Banda francana é selecionada para participar de Festival em Goiás


(Fonte: Divulgação)

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O cenário musical francano é notadamente dominado pelo som sertanejo, mas o pop rock, o jazz e o rock pesado também sobrevivem. Uma banda que vem animando as noites francanas nos últimos dois anos é a Curinga Rock. Com seu Pop Rock influenciado por artistas como Cazuza e Capital Inicial, eles abriram o show do Charlie Browm Jr. em Franca no ano passado e tocam em vários barzinhos da cidade, mas não escondem o quanto é difícil abrir espaço para o rock em Franca. O grupo sente que o trabalho tem mais reconhecimento em outras cidades. Seus integrantes citam com orgulho a participação no festival Intercultural da América do Sul, no Rio de Janeiro, e na seleção do festival João Rock, na qual ficaram em 11º lugar.

Agora, a banda se prepara para participar do XIX Festichã Interpretações, que acontece todo ano na cidade de Matrinchã, em Goiás. O Se Liga entrevistou os integrantes da banda – Saulo Sínicio (Cebola) 22 anos, Eduardo Dau (Dudu) 21, Felipe Posterari 19, Ricardo Terra (Stallone) 22 e Caique Barros 25 – respectivamente, vocal, guitarra solo, baixo/backing vocals, bateria e guitarra/teclados – para saber um pouco mais sobre a história da banda e de sua participação no festival. Confira os principais pontos da entrevista:

Os membros da banda Curinga Roque. Da esquerda para direita Caique Barros, Felipe Postenari, Saulo Silicio, Ricardo Terra e Eduardo Dau (Comércio da Franca/Dirceu Garcia)

Os membros da banda Curinga Roque. Da esquerda para direita Caique Barros, Felipe Postenari, Saulo Silicio, Ricardo Terra e Eduardo Dau (Comércio da Franca/Dirceu Garcia)

GCN – Como surgiu a banda e o nome “Curinga Roque”?
Curinga Rock – A banda surgiu na amizade entre o Cebola, o Dudu e o
Ricardo. Estudávamos na escola Alto Padrão Objetivo, e cada um começou a estudar um instrumento musical na época (2004). Logo no começo de 2006, a banda se formou, com o nome de Red Blue. O nome Curinga Roque só veio em 2011, quando o Ricardo estava lendo um livro que chamava O Dia do Curinga, e deu a sugestão de trocar para “Curinga” o nome. Depois de um tempo o Dudu colocou “Roque” no final para dar uma diferenciada.

GCN – Quais as influências da banda?
Curinga Rock – As influências são principalmente de bandas e cantores nacionais como Detonautas Roque Clube, Charlie Brown Jr, Raimundos, Raul Seixas. Mas também internacionais como Oasis, Creed, Guns ‘n’ Roses, ACDC, Black Sabbath, entre outros.

GCN – Qual a proposta/estilo da banda?
Curinga Rock – A proposta da banda sempre foi fazer um trabalho autoral,
baseado no Pop Rock e no Rock N Roll.

GCN – Vocês tocam com frequência em bares francanos como o PUB 805 e o CDA Motorocker Bar, conhecidos por receber bandas covers. De quais vocês já fizeram cover?
Curinga Roque – Já fizemos cover de bandas como Oasis, Capital Inicial,
Green Day, Barão Vermelho e Cazuza, Detonautas Roque Clube, Coldplay, Charlie Brown Jr, Creed. Os próximos covers serão do Ultraje a Rigor (próximo dia 21, no CDA Motorocker Bar) e do Raimundos. O mais interessante foi uma vez que fizemos o Oasis em um bar que se chama Radiola, em São José do Rio Preto, e o cartaz dizia que éramos o melhor cover Oasis do Brasil (risos).

GCN – Fale um pouco sobre o Festichã, o processo seletivo, quais os
critérios de avaliação, a premiação, etc.
Curinga Roque – Estamos sempre nos informando sobre bons festivais. Quando soubemos desse, nos inscrevemos e enviamos nossa nova música, Entre o céu e o inferno, e um release sobre a banda. O evento será realizado entre os dias 21 e 23, com a participação de 36 artistas. Nós tocamos no dia 22. Dentre os participantes, 18 vão para a final que acontece no dia 23. Os critérios de avaliação são: ritmo, afinação, presença de palco, musicalidade e composição. O vencedor ganha um prêmio em dinheiro e publicidade em TV e jornais.

GCN – Após o festival, qual é o próximo passo da banda?
Curinga Rock – O próximo passo é entrar em estúdio para gravar, pois já
temos um bom material. Em relação a shows, nossa ideia é fazer cada vez mais, principalmente fora da cidade, já que aqui a galera prefere bandas que tocam todos os estilos musicais. O cenário para o Rock em Franca é muito complicado, e nas cidades que nós tocamos temos um reconhecimento muito maior.

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