Breaking Bad – o divisor de águas das produções estadunidenses


(Fonte: Divulgação)

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Neste domingo foi ao ar o último – surpreendente e tão esperado – episódio do seriado Breaking Bad, ganhador de Melhor Série Dramática do Emmy de 2013. Considerada uma das melhores séries da história da televisão mundial – com ótimas análises de sites de crítica como IMDb, Metacritic, Diário de Bordo e Omelete –, a série deixa um recado bem claro a Hollywood e aos filmes das últimas duas décadas.

A série ficou conhecida pela sua temática, fotografia saturada, posições de câmera inusitas, grandes atuações e roteiro bem desenvolvido. Ela conta a história do professor de química Walter White (Bryan Cranston) que descobre estar com câncer de pulmão. Com poucos meses de vida e outro filho a caminho, Walter decide fabricar metanfetamina para deixar algum dinheiro para sua família e para isso conta com a ajuda do ex-aluno Jesse Pinkman, um viciado já inserido no mercado da droga.

Com esta premissa, seu criador, Vince Gilligan, entrega ao telespectador uma das séries mais surpreendentes da história da TV, ao lado de Família Soprano, Mad Men e The Wire. Estas três séries em parceira com Breaking Bad dão um aviso claro ao cinema hollywoodiano: que é necessário haver uma urgente melhora na indústria cinematográfica. Não dá mais para manter o nível mediano das histórias e gastar milhões com efeitos especiais. E que é sim possível conquistar o telespectador por meio de um bom roteiro e não apenas por explosões e personagens em CGI.

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